Ah sim!

Como trabalhar com diferentes grupos sociais, inseridos em diferentes dinâmicas culturais, que falam línguas diferentes das que falamos?

Estou convencida que é com muito respeito. Buscando encontrar pontos objetivos que ao serem alcançados fortalecem a vida comunitária tradicional e ajudam a expandir a produção científica.

Comunidades e lideranças tradicionais, que muitas vezes pensam de forma rigorosamente distinta das referências que encontramos na academia, podem ser grandes aliados em um processo de crítica pos-colonial e quem sabe de descolonização.

 

 

 

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